"Com as lágrimas do tempo e a cal do meu dia eu fiz o cimento da minha poesia". (Vinícius de Moares)

20 dezembro 2011

Doce Vampiro

Venha me beijar, Meu doce vampiro, Na luz do luar Venha sugar o calor De dentro do meu sangue, vermelho Tão vivo tão eterno, veneno Que mata sua sede Que me bebe quente Como um licor Brindando a morte, e fazendo amor, Meu doce vampiro Na luz do luar Me acostumei com você Sempre reclamando, da vida... Me ferindo, me curando, a ferida... Mas nada disso importa, Vou abrir a porta, Prá você entrar, Beija minha boca, Até me matar... de amoooor!

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