"Com as lágrimas do tempo e a cal do meu dia eu fiz o cimento da minha poesia". (Vinícius de Moares)

20 dezembro 2011

Sóbria



Eu não quero ser a garota que ri mais alto
Ou a garota que nunca quer ficar só
Não quero ficar ligando às quatro horas da manhã
Pois sou a única que nunca está em casa

Ah-ah... o sol está me cegando
Virei a noite de novo
Oh-oh, estou descobrindo
que não quero que minha história termine assim

Estou segura
aqui em cima
Nada pode me atingir
Mas por que sinto que a festa acabou?
Não sinto dor
Aqui dentro
Você é minha proteção
Então como vou me sentir bem, estando sóbria?

Não quero ser aquela que vai preencher o silêncio...
O silêncio me assusta porque diz a verdade.
Por favor, não diga que tivemos aquela conversa
Não vou lembrar, poupe as palavras, não vai adiantar

Ah-ah... a noite está chamando
E ela me pede baixinho pra brincar com ela
Ah-ah... estou caindo
E se eu me entregar, serei a única culpada

Estou segura
Aqui em cima
Nada pode me atingir
Mas por que sinto que a festa acabou?
Não sinto dor
Aqui dentro
Você é a perfeição
Como vou me sentir bem, estando sóbria?

Descendo, descendo, descendo...
Girando, girando, girando...
Procuro por mim mesma estando
sóbria!

Descendo, descendo, descendo...
Girando, girando, girando...
Procuro por mim mesma
sóbria!

Quando a coisa tá boa... fica tão boa até que enjoa...
Até você encontrar o seu "eu" que já existiu.
Já me ouvi chorar, dizendo "nunca mais"
Angustiada, tentando encontrar um amigo...
Ooh... oh Como ah

Estou segura
Aqui em cima
Nada pode me atingir
Mas por que sinto que a festa acabou?
Não sinto dor
Aqui dentro
Você é a perfeição
Como vou me sentir bem, estando sóbria? (Como vou me sentir bem, estando sóbria?)

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